“Sem disciplina, o talento não serve para nada.” (CRISTIANO RONALDO)

Alguns aspectos biográficos do famigerado CR7 atestam alguns esclarecimentos sobre a vida religiosa dos Arautos do Evangelho, que muitas vezes são incompreendidos. Curiosamente essas realidades que apresentaremos são ordinariamente aceitas pelas pessoas, menos quando se trata da entrega a Deus. Vamos ao pontos.

O CR7 e a vida religiosa

Primeiramente porque o futebolista escolheu a sua “vocação” desde pequeno por volta dos 11  anos, idade pela qual várias pessoas despertam seus sentimentos religiosos de dedicação. Pouco tempo depois o CR7 saiu de casa e foi morar na capital portuguesa. Lá teve momentos difíceis, era ajudado com complementos de refeição porque não tinha condições. Tinha contato pessoal com os pais de três em três meses, porém não desistiu do seu ideal, ser um homem rico e grande jogador, capaz de ajudar as pessoas.

Cristiano Ronaldo chutando com estilo
O jogador dá um pontapé com estilo nos avessos à disciplina, através de seu exemplo

Sabia que para alcançar sua meta precisava ter muito foco, treinamento e disciplina. Lutou com garra pelo o que desejava, enfim, alcançou seus objetivos quando alavancou sua carreira na equipe Manchester United.

Se sua vida fosse outra

Entretanto, se hipoteticamente ele buscasse desde criança uma vida de entrega a Deus, com disciplina para estudar e aprender nobres atividades e trabalhar em prol da sociedade, como seria visto? Se ao invés de reunir em sua conta bancária milhões de Euros, ele acumulasse méritos sobrenaturais pelas suas orações e virtudes, como estaria seu status?

Mesmo se fosse ajudado e não passasse dificuldade, certamente apareceria pessoas para falar mal dele e da instituição que o acolhesse, no caso a Igreja Católica ou alguma associação pertencente a ela. Esforçando-se da mesma forma escolhida para despontar no esporte, certamente não seria reconhecido na sociedade por se destacar na oração, caridade prestativa e heroísmo na Fé.

Triste realidade! Ponderando a vida esforçada do CR7 e a seriedade e necessidade da vida religiosa no mundo notaríamos o destaque esportivo do português, mas nos saltaria aos olhos a importância do chamado divino. O próprio Cristiano Ronaldo poderia indagar aos incoerentes aborrecidos que desprezam o Deus Eterno: por que desdenhar pessoas que tem pontos de vista semelhantes aos meus, mas os utilizam por um ideal voltado para o sagrado?

CR7 aponta o dedo
Acontecendo isso, certamente ele perguntaria com um leve sorriso, pois a situação leva a entender algo deveras ridículo e incoerente

Nessa situação, a única saída dos indagados seria falar algo que não costumam dizer: a verdade. E a resposta só poderia ser algo nessa linha:

– O motivo é que odiamos Deus e a quem por Ele dedica sua vida,  especialmente na Igreja Católica.